The day I die - Quando eu Morrer

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Quando eu partir deste mundo, não visiteis o local onde morri nem comprem flores... guardem o tempo, dinheiro e ide ver onde nasci e onde elas crescem.
Poupareis nas lágrimas... vivereis um pouco mais e levar-me-eis convosco.
Quando lá chegares... será vosso o meu sorriso :-)

The day I leave this world, don't visit the place I died and don't buy flowers... save your time and money and go see where I was born and where they grow up.
You will keep the tears... you will live a bit more and you will be taking me along.
When you arrive there... my smile will be yours.


RCKS Spt/2009

O advogado Judeu!

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Uma instituição de caridade nunca tinha recebido uma doação de um dos advogados mais ricos da cidade, um judeu. O director da instituição decidiu, ele mesmo, ir falar com o advogado.

-- Os nossos registos mostram que o senhor ganha mais de € 3.000.000,00 por ano e mesmo assim nunca fez uma pequena doação para as nossas obras de assistência. O senhor gostaria de contribuir agora?

O advogado respondeu:

-- A sua pesquisa apurou que a minha mãe está muito doente e que as contas médicas são muito superiores à renda anual da aposentadoria dela?

-- Ah, não - murmurou o director.

-- Ou que meu irmão mais novo é cego e desempregado? - Continuou o advogado.

O director nem se atreveu a abrir a boca.

-- Ou que o marido da minha irmã morreu num acidente e deixou-a sem um tostão e com cinco filhos menores para criar, sendo que um deles tem Down? - continuou o advogado judeu já com ar de indignação.

O director sentindo-se humilhado disse:

-- Eu não tinha a menor ideia de tudo isso...

-- E a sua pesquisa apurou que meu pai é diabético, cardiopata e que está na cadeira de rodas há mais de dez anos?

-- Não senhor...

-- E foi, por acaso, verificado que eu tenho dois sobrinhos surdos-mudos? -perguntou o judeu.

Silêncio do director.

-- Além de tudo isso - disse o advogado - vocês já sabem que o meu irmão mais velho abriu falência e perdeu todos os seus bens?

-- Não, absolutamente não, senhor! - respondeu o director totalmente envergonhado com o papelão que fazia.

-- Pois então, disse o advogado, SE EU NÃO LHES DOU UM TOSTÃO, PORQUE RAIO VOS IRIA DAR A VOCÊS!?!?

Bronzes, impressões digitais e chispes (27-02-2008)

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Ora... hoje, estava eu a terminar o meu trabalho deparei-me com uma questão cuja resposta pode influenciar de sobremaneira a evolução desta coisa à qual chamamos "civilização ocidental"... é que parece que há outras... bastantes... e é melhor nem falar-mos das sub-civilizações dentro da supracitada.
Então, que questão poderia ser esta sendo a sua conclusão tão importante para todos nós? perguntam vocês... ok... aqui vai:

(tal a importãncia desta discussão, que tudo ficou registado em texto, já que toda ela foi efectuada com recurso ao nobre método de utilização dos SMSs gratuitos, pelos quais pagamos, da nossa querida operadora comum - Hey Vod... se pagares ponho aqui o teu nome!)

"Porque é que não se consegue bronzear as palmas das mãos?"

Bom... a tal questão foi-me adicionada nova informação pela minha amiga Xica:
"... nem a palma dos pés?:)..."

-
Boa! - pensei eu debaixo da minha sapiência

Ao que a minha querida irmã num laivo de inspiração total acrescentou:
"Hi hi hi"

Dona Sandrina (espero que estejas melhor, amiga) brindou-nos com uma explicação puramente cientifica:
"Porque as palmas dos pés e das mãos contêm impressões digitais o que impossibilita a produção de melanina nessas zonas, logo, não podem mudar de cor... ;D hehehe"

Eis que surge o meu super estimado irmão (abaixo nomeado karaoke-boss) com uma pérola do seu conhecimento:
"Que eu saiba o olho do cu tb não dá para bronzear e que me conste não tem impressões digitais.... Hehehehe..." (nota do autor: ... nem todos meu caro, nem todos)

Logo voltou à carga Dona Xica com uma descoberta que promete revolucionar a identificação dos cidadãos deste país:
"Ah! Então quando for tirar tirar (sim... foi isto que disse) o b.i. vou colocar o meu dedo indicador do pé! Assim se sujar o dedo a meia tapa :):)"

E pronto... o caldo entornou-se... primeiro descobri sem querer a origem da tribo índia americana designada por "pés-pretos"... segundo... que raio... qual é o dedo indicador do pé???
Depois as mais variadas teorias foram sendo desenvolvidas pelos nossos comensais... sim sim... muitas unhas roídas mas já me estou a adiantar... ok... cá vai...

"Carregamento: **.**EUR.
Saldo: ##.## EUR."
Ooooops... desculpem... este sms não pertence aqui.

Continuando...
"E a pila também não é no entanto parece apanhar sol td o ano" - ok... esta foi do nosso amigo Xanisco que não reparou que já tínhamos mudado de assunto e que para além disso o tema era exactamente a falta de, não a presença de... bronze.

"a parte de baixo das mamas também não... Só se passarem a vida a puxa-las para cima." - minha irmã de novo... (nota do autor: eu acho que fui adoptado)
Minha querida irmã... para além de estares atrasada no assunto também... a forma mais natural de "puxar as mamas para cima" é utilizando as mãos... logo... elas ficarão com impressões digitais, estando a teoria da nossa amiga Sandrina correcta (nenhuma voz contra se levantou)... com impressões digitais, não há bronze!!!

"E já agora a cornea também não.. Hi hi hi!" - Ela outra vez... irra... que insistência... não achas mais importante discutir qual o dedo indicador dos pés?

"Experimenta pô-lo ao sol a ver..." - Sandrina... em resposta ao meu irmão, suponho... ok... mas minha amiga, estamos já a falar de dedos indicadores, e estes nada têm a haver com o "olho do cu"... hummmm... ok... se situar-mos ambos no âmbito da nossa conversa, ok? Vá lá... porta-te bem, e espero realmente que já estejas melhor.

"E já binhas comer, não?" (Ana) - É assim... uma pessoa a meio de uma importante discussão científica, e aparece sempre alguém a pensar em comer... e estamos nós a falar de "bronze", "palmas das mãos", "dos pés", "dedos indicadores" e "olho do cu"... Késse dizere, assim de repente não se me ocorre nenhuma outra coisa que be abra mais o apetite.

"É o grande... indica onde acaba a meia ou o sapato." - Finalmente uma contruibuição construtiva, ganda amigo Xanisco!... ok... é uma opinião.

"Deve ser o maior." - Ok... são duas opiniões... esta novamente da maninha... os dois chegaram atrasados mas ultrapassaram o pessoal na curva.

"Ainda bem k o olho do cu não tem impressões degitais. Já pensaram nos manetas e pernetas a pôr o cu no BI?" (Vera) - Entendem agora as minhas dúvidas quanto à adopção?

"O dedo indicador do pé é tal como o nome sugere... Aquele que indica... Daaaa!:)" (Xica)- A sério?
Quer dizer que se alguém nos perguntar por algo que está nas nossas costas e nós apontamos para trás com o polegar... o polegar passa a indicador... estamos sempre a evoluir.

"Os pés não tem dedo indicador. resposta sem net ao lado" (Karaoke-boss) - net = rede, para os menos esclarecidos, logo... ainda bem que não és trapezista meu irmão (não é que fui mesmo adoptado)... a rede convém estar por baixo... não é bem ao lado!

"Agora a sério, como tiram o BI aqueles que não têm mãos e pés?" (Vera) - Mãos e pés? mas haverá alguém neste país com a impressão digital dos pés no BI? ui Xica Xica... no que nos meteste!

"Outra coisa que não me lembro de ter ficado mais escura nos verões que passei ao sol, foram as minhas unhas e também não me lembro de ter visto impressões digitais nem analogias por lá.... hehehehe" ... a não ser que elas se tenham aproximado de algum olho, não é irmão? Mas sim... temos aqui um outro ponto interessante para a discussão.

"As unhas são do mesmo composto do cabelo... Já viram o cabelo ficar bronzeado???" (Sandrina) - não! o meu está a ficar branco, conta? Antigamente costumava-se colocar as roupas a "corar" ao sol... será que o mesmo acontece com o meu cabelo? (autor coça a sua longa barba branca com um ar pensativo... "e não é que já se comia qualquer coisa?")

"Pois acredito que sim, só ainda não encontrei foi nenhum cabeleireiro que me cortasse o cabelo com um 'corta unhas'" (karaoke-boss) - Ok... teremos que procurar esta resposta no profissionalismo da nossa Amiga Xica.

"Vou dar-te a resposta! Essas zonas do corpo não tem uma substância que se chama melanina" (Xica) - Melanina, melanina... já ouvi isto hoje em qualquer lado e juro que não foi melamina!

"E sim o cabelo reage à cor pk tem essa substância! Ele fica descolorado... uma espécie de bronze ou dourado!" (Xica) - Muito obrigado amiga, mas a pergunta não era essa, então e cortar o cabelo com um corta unhas não é mais interessante?

"Dass... mas o que é que a malta anda a fumar aí? Dasss a mim não bate assim..." (Xanisco) - Hummmm... no comments meu amigo lol

"CLARO QUE SIM!... SO AINDA NÃO USEI ESSE UTENSILIO PK AINDA NINGUÉM ME DEIXOU!.. LOL.. MAS GOSTAVA DE EXPERIMENTAR" - respondeu a nossa Xica, profissional de altíssimo gabarito da roupagem capilar (da próxima quero desconto, óbisse?)

"Um dia destes vou experimentar cortar as unhas dos meus pés com a tesoura de desbaste..- Hehehehe" (karaoke-boss - meu irmão?) - O autor vê ao longe o Engº Belmiro de Azevedo, corre na sua direcção e grita...

- PAI PAI!!!


ps 1. O autor gostaria de deixar uma mensagem de apreço pela magnifica boa disposição de todos os mencionados e é claro os agradecimentos pelas boas gargalhadas que esta dissertação me provocou.

ps 2. Gostaria de acrescentar que realmente não fui adoptado e que tenho muito orgulho nos meus irmãos principalmente na minha irmã, que após árdua negociação (na qual me ficou a dever um jantar) passou a ser a dona do cu patente na primeira foto lá bem no topo... portanto... o cu que lá está, é da minha irmã (olha! rimou!)

ps 3. Ora, sendo eu uma pessoa íntegra e de moral inquebrantável, acedi ser novamente subornado, e em troca por dois jantares, a última foto passa a ser também ela da minha irmã! Disse (não rimou mas que se lixe!)

Sabes?

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Sabes o que mais me entristece?
É olhar tua despida figura e nela julgar ver a minha culpa!
É como se a vida me virasse costas e apenas me deixasse o preto e branco da tua cor!
É como se as sombras que projectas se estendessem até à minha alma!

Tua face voltada transporta-me para todas as dores que ofereci!
Sim... é verdade... eu sofri!
Terei o direito de fazer sofrer?
Sim... é verdade... eu chorei!
Terei o direito de fazer chorar?

E tu... porque me viras as costas?
Porque me recordas meus pecados?
Porque tentas acordar o negro que habita em mim?
Porque me abandonas, voltas e te revoltas?
Porque não te devolves, resolves ou envolves?

Diz-me o porquê de não mergulhares nos meus olhos!
Diz-me porque não posso mergulhar nos teus!

Sabes o que mais me entristece?
É olhar o reflexo e não ver a minha cor!
É olhar a minha sombra e não reconhecer a minha culpa!
É olhar o passado e esquecer a minha dor!

Sabes... às vezes gostava de poder, também eu, voltar-me as costas!

...

Sabes... gostava de me ver através dos teus olhos!

...

Sabes… gostava de me sentir através das tuas mãos!

...

Sabes… gostava de me descrever através da tua boca!

...

Sabes… gostava de me beijar através dos teus lábios!

Sim… estou certo disso… gostava de fugir de mim para ti!

Sabes porquê?

Não confio nos espelhos!

Não confio nos meus olhos!

Quantas vezes me enganaram?

Quantas vezes me esconderam de mim próprio!

Não confio no reflexo nem nas reflexões!

...

Sabes o que mais me entristece?

É não encontrar o sítio ideal para gritar!

É não encontrar o sítio ideal para me ouvir!

É não encontrar o sítio ideal para me entender!

É não encontrar o sítio ideal para me rever!

É não encontrar o sítio ideal para me abraçar!

É não encontrar o sítio ideal para me perdoar!

Sabes o que realmente mais me entristece?

É saber que quase tudo o que quero posso encontrar em ti!

O Que Dizer?

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O que dizer quando os sonhos se mostram distantes?
… sorve o tempo lentamente meu viajante esquecido
… roda e desperta meu sentido confundido
… corre e ladrilha alma sofrida
… avança ponteiro desnorteado e desnorteante
… perece aperto perene
… transpira ardor eterno
… saúda a saudade que não esmorece
… sorri para o dia que anoitece
… lamenta a noite que amanhece
… apaga a lágrima que corre
… sacode a tristeza que nunca morre
… desenvolve a alegria que nunca cresce

O que dizer quando acordamos da vida?
… bom dia

Abro os olhos para a luz que me cega
… esboço um sorriso
… murmuro um grunhido
… elevo o espírito
… arrasto o corpo cansado
… ergo as mãos aos olhos
… afasto a escuridão com um gesto

O que dizer à vida e ao mundo?
… até já

Perguntas filosóficas (ou não :))

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Ultimamente têm-me ocorrido imensas perguntas para as quais não encontro respostas obvias.

Por exemplo... imaginem a situação... vocês dão de frente com uma mulher em roupa interior... qual a primera coisa que vos passa pela cabeça? Exactamente!!! É lógico que não podem deixar de fazer a pergunta:

Porque será que cuecas é uma palavra no plural e soutian singular?

Hmmmm... no mínimo estranho, não?


Seguindo uma linha de raciocínio diferente (ou não) ... quando o homem descobriu que o leite saía das vacas... o que é que PENSOU que estava a fazer?

E já agora... tem terá sido a primeira pessoa que pensou ou disse:
"Estás a ver aquela galinha? Vou comer a primeira coisa que lhe sair pelo cu!!!" - estaríamos na presença do primeiro sortudo da história humana... ou terá sido o primeiro a comer algo que não devia?

Bom... perguntas importantes e profundas para as quais não encontro respostas fáceis.
Rockas

ps. Se fizermos um oriental andar à roda será que fica desorientado?




Reflexos e Pesadelos

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October 21


Lá fora a chuva cai e eu sigo a sua melodia percorrendo com os dedos as gotas que caem pela minha vidraça... fecho os olhos e sinto os fios de teus cabelos a escorrer entre meus dedos...amo essa sensação... viajo sem rumo nos meus pensamentos e finalmente encontro-te... lá bem longe onde nada conta... nada acontece... tudo me enternece... tudo me preenche... com a tua imagem... o teu cheiro... a tua presença... a tua companhia…

Lá fora a chuva cai e eu sigo a sua melodia como se seguisse tua voz... a voz que me invade... longínqua como a noite… suave como a escuridão… eterna como a vida… quase a consigo tocar… quase a consigo beijar… parto então para além do infinito… onde nada é como é… onde todos os véus caem e todas as máscaras derretem… onde o som se torna trémulo… onde o silencio diz tudo… onde o vazio se torna ensurdecedor…

Lá fora a chuva cai e eu sigo a sua melodia como se fosse teu choro… essa aura negra que te envolve e apenas eu vejo… que me aperta o peito e me faz querer gritar… grito… o aperto aumenta… choro… não consigo chorar… tento praguejar… as palavras saem mudas… corro… fujo… a tua dor não me larga… tropeço… caio… esbracejo… debato-me com todas as forças… o aperto aumenta… grito… tento chorar… tento praguejar… o aperto sufoca-me… não consigo ver… não consigo ver… estou cego!!!

… Acordo!?! Esboço um leve sorriso que se esbate lentamente porque o aperto continua lá… bem no centro do meu peito… queima-me a alma… olho para o lado e lá estás tu… estendes a mão… pedes ajuda com os olhos encharcados de nada… um vazio de quem não sabe para onde ir… tento alcançar-te… corro mas não chego… toco-te… desapareces… surges mais longe ainda… volto a correr… o meu coração bate mais forte… arde… aperta… sufoco… e… vejo-te cair…

… Acordo!?! Sim… finalmente acordo… olho para o lado e nem a visão de quem amo mais que a própria vida alivia minha dor… finalmente choro… choro enquanto te recordo a cair no meio do escuro… com os braços estendidos na minha direcção… com os olhos encharcados de nada… um vazio de quem não sabe para onde ir… mais uma vez estendo meus braços para te alcançar… suplicavas? Pedias ajuda? Eu corri, lembras-te? Corri o máximo que pude, lembras-te? De que fugias? Para onde fugias? Fugias de mim? Fugias de ti? Porque fugias?



Dolorosamente ergo minha cabeça… estou cansado… meu corpo tira-me da cama… saio do quarto e arrasto-me até ao escritório… minhas mão, ainda a tremer escrevem qualquer coisa num papel que depois dobram e guardam… acendo um cigarro… vou até à janela…

Lá fora a chuva cai e eu sigo a sua melodia percorrendo, com medo, as linhas da minha memória…

Esta noite viajei pelo deserto!

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Esta noite viajei pelo deserto!
Percorri o dourado da sua extensão.
Li todas as marcas na areia!
Por duas vezes parei num oásis onde o verde me rodeava!
Por duas vezes me sentei numa pedra, ali junto de dois lagos de águas calmas e transparentes.
Por duas vezes repousei o olhar na sua beleza.
Por duas vezes beijei a sua superfície serena, cristalina e refrescante.
E matei a minha sede!



Esta noite viajei pelo deserto!
Avancei no seu interior tendo a certeza de encontrar vida.
Procurei os sinais na areia!
Uma vez e apenas uma senti o seu cheiro!
Encontrei a pedra lá no mesmo sitio… mas estava quente e nem um vestígio continha do que outrora a rodeara.
Senti o seu toque nas pontas dos meus dedos!
Era apenas uma miragem.
Mas matei a minha sede!

Esta noite viajei pelo deserto!
Perdi horas em busca do seu fim.
Na areia não vi sinais!
Vi várias vezes mas estava longe!
Várias vezes vislumbrei o recorte das suas formas no horizonte longínquo e inatingível como o fruto da imaginação.
De todas as vezes mudei de direcção.
Para ele corri… mas nunca o alcancei.
Seriam apenas miragens?
Mesmo assim… matei a minha sede.

 

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